VIRTUDES DUM ESPORTISTA

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As grandes virtudes dum bom esportista- (EXTRAÍDO DE O DESPORTO, PG 67-69)

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AS VIRTUDES NATURAIS

Na educação cristã dum desportista, devem evitar-se dois extremos:

      - cuidado excessivo das virtudes técnicas, esquecendo as virtudes morais;

-         o cuidado exagerado das virtudes morais, olvidando ou menosprezando as virtudes técnicas.

A doutrina da Igreja, de acordo com os ensinamentos de S. S. Pio XII, medeia entre estes dois extremos: umas e outras virtudes se devem cultivar; as técnicas, porém, deverão pôr-se sempre a serviço das espirituais.

É supérfluo advertir – diz o Papa – na necessidade de recorrer à técnica na preparação e exercício dos sujeitos idôneos. A seriedade de uma associação desportiva, que queira verdadeiramente conseguir o seu fim próximo, não admite atualmente o que proceda por via de autodidatismo e empirismo, como se fazia outrora, quando o desporto pouco se distinguia da simples diversão.

Hoje, em cada ramo do desporto, existe uma técnica que não só facilita a obtenção de bons resultados, mas chega onde a pura ficção, animada até da melhor boa vontade, jamais poderá chegar.

A educação desportiva propõe-se, além disso, formar virtudes próprias desta atividade.

Entre outras, a lealdade, que proíbe recorrer a subterfúgios; a docilidade e a obediência às ordens experimentadas de quem dirige o treino de equipe; o espírito de renúncia, quando é necessário ficar na sombra para honra das próprias “cores”; a fidelidade aos compromissos; a modéstia nos triunfos; a generosidade para com os vencidos; a serenidade na adversidade; a paciência com o público, nem sempre moderado; a justiça, s e o desporto egoísta está ligado a interesses financeiros resultantes de pactos livremente aceitos e, em geral, a castidade e a temperança, já recomendadas pelos próprios antigos.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

Na educação cristã dum desportista, devem evitar-se dois extremos:

      - cuidado excessivo das virtudes técnicas, esquecendo as virtudes morais;

-         o cuidado exagerado das virtudes morais, olvidando ou menosprezando as virtudes técnicas.

A doutrina da Igreja, de acordo com os ensinamentos de S. S. Pio XII, medeia entre estes dois extremos: umas e outras virtudes se devem cultivar; as técnicas, porém, deverão pôr-se sempre a serviço das espirituais.

É supérfluo advertir – diz o Papa – na necessidade de recorrer à técnica na preparação e exercício dos sujeitos idôneos. A seriedade de uma associação desportiva, que queira verdadeiramente conseguir o seu fim próximo, não admite atualmente o que proceda por via de autodidatismo e empirismo, como se fazia outrora, quando o desporto pouco se distinguia da simples diversão.

Hoje, em cada ramo do desporto, existe uma técnica que não só facilita a obtenção de bons resultados, mas chega onde a pura ficção, animada até da melhor boa vontade, jamais poderá chegar.

A educação desportiva propõe-se, além disso, formar virtudes próprias desta atividade.

Entre outras, a lealdade, que proíbe recorrer a subterfúgios; a docilidade e a obediência às ordens experimentadas de quem dirige o treino de equipe; o espírito de renúncia, quando é necessário ficar na sombra para honra das próprias “cores”; a fidelidade aos compromissos; a modéstia nos triunfos; a generosidade para com os vencidos; a serenidade na adversidade; a paciência com o público, nem sempre moderado; a justiça, s e o desporto egoísta está ligado a interesses financeiros resultantes de pactos livremente aceitos e, em geral, a castidade e a temperança, já recomendadas pelos próprios antigos.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

      - cuidado excessivo das virtudes técnicas, esquecendo as virtudes morais;

-         o cuidado exagerado das virtudes morais, olvidando ou menosprezando as virtudes técnicas.

A doutrina da Igreja, de acordo com os ensinamentos de S. S. Pio XII, medeia entre estes dois extremos: umas e outras virtudes se devem cultivar; as técnicas, porém, deverão pôr-se sempre a serviço das espirituais.

É supérfluo advertir – diz o Papa – na necessidade de recorrer à técnica na preparação e exercício dos sujeitos idôneos. A seriedade de uma associação desportiva, que queira verdadeiramente conseguir o seu fim próximo, não admite atualmente o que proceda por via de autodidatismo e empirismo, como se fazia outrora, quando o desporto pouco se distinguia da simples diversão.

Hoje, em cada ramo do desporto, existe uma técnica que não só facilita a obtenção de bons resultados, mas chega onde a pura ficção, animada até da melhor boa vontade, jamais poderá chegar.

A educação desportiva propõe-se, além disso, formar virtudes próprias desta atividade.

Entre outras, a lealdade, que proíbe recorrer a subterfúgios; a docilidade e a obediência às ordens experimentadas de quem dirige o treino de equipe; o espírito de renúncia, quando é necessário ficar na sombra para honra das próprias “cores”; a fidelidade aos compromissos; a modéstia nos triunfos; a generosidade para com os vencidos; a serenidade na adversidade; a paciência com o público, nem sempre moderado; a justiça, s e o desporto egoísta está ligado a interesses financeiros resultantes de pactos livremente aceitos e, em geral, a castidade e a temperança, já recomendadas pelos próprios antigos.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

-         o cuidado exagerado das virtudes morais, olvidando ou menosprezando as virtudes técnicas.

A doutrina da Igreja, de acordo com os ensinamentos de S. S. Pio XII, medeia entre estes dois extremos: umas e outras virtudes se devem cultivar; as técnicas, porém, deverão pôr-se sempre a serviço das espirituais.

É supérfluo advertir – diz o Papa – na necessidade de recorrer à técnica na preparação e exercício dos sujeitos idôneos. A seriedade de uma associação desportiva, que queira verdadeiramente conseguir o seu fim próximo, não admite atualmente o que proceda por via de autodidatismo e empirismo, como se fazia outrora, quando o desporto pouco se distinguia da simples diversão.

Hoje, em cada ramo do desporto, existe uma técnica que não só facilita a obtenção de bons resultados, mas chega onde a pura ficção, animada até da melhor boa vontade, jamais poderá chegar.

A educação desportiva propõe-se, além disso, formar virtudes próprias desta atividade.

Entre outras, a lealdade, que proíbe recorrer a subterfúgios; a docilidade e a obediência às ordens experimentadas de quem dirige o treino de equipe; o espírito de renúncia, quando é necessário ficar na sombra para honra das próprias “cores”; a fidelidade aos compromissos; a modéstia nos triunfos; a generosidade para com os vencidos; a serenidade na adversidade; a paciência com o público, nem sempre moderado; a justiça, s e o desporto egoísta está ligado a interesses financeiros resultantes de pactos livremente aceitos e, em geral, a castidade e a temperança, já recomendadas pelos próprios antigos.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

A doutrina da Igreja, de acordo com os ensinamentos de S. S. Pio XII, medeia entre estes dois extremos: umas e outras virtudes se devem cultivar; as técnicas, porém, deverão pôr-se sempre a serviço das espirituais.

É supérfluo advertir – diz o Papa – na necessidade de recorrer à técnica na preparação e exercício dos sujeitos idôneos. A seriedade de uma associação desportiva, que queira verdadeiramente conseguir o seu fim próximo, não admite atualmente o que proceda por via de autodidatismo e empirismo, como se fazia outrora, quando o desporto pouco se distinguia da simples diversão.

Hoje, em cada ramo do desporto, existe uma técnica que não só facilita a obtenção de bons resultados, mas chega onde a pura ficção, animada até da melhor boa vontade, jamais poderá chegar.

A educação desportiva propõe-se, além disso, formar virtudes próprias desta atividade.

Entre outras, a lealdade, que proíbe recorrer a subterfúgios; a docilidade e a obediência às ordens experimentadas de quem dirige o treino de equipe; o espírito de renúncia, quando é necessário ficar na sombra para honra das próprias “cores”; a fidelidade aos compromissos; a modéstia nos triunfos; a generosidade para com os vencidos; a serenidade na adversidade; a paciência com o público, nem sempre moderado; a justiça, s e o desporto egoísta está ligado a interesses financeiros resultantes de pactos livremente aceitos e, em geral, a castidade e a temperança, já recomendadas pelos próprios antigos.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

É supérfluo advertir – diz o Papa – na necessidade de recorrer à técnica na preparação e exercício dos sujeitos idôneos. A seriedade de uma associação desportiva, que queira verdadeiramente conseguir o seu fim próximo, não admite atualmente o que proceda por via de autodidatismo e empirismo, como se fazia outrora, quando o desporto pouco se distinguia da simples diversão.

Hoje, em cada ramo do desporto, existe uma técnica que não só facilita a obtenção de bons resultados, mas chega onde a pura ficção, animada até da melhor boa vontade, jamais poderá chegar.

A educação desportiva propõe-se, além disso, formar virtudes próprias desta atividade.

Entre outras, a lealdade, que proíbe recorrer a subterfúgios; a docilidade e a obediência às ordens experimentadas de quem dirige o treino de equipe; o espírito de renúncia, quando é necessário ficar na sombra para honra das próprias “cores”; a fidelidade aos compromissos; a modéstia nos triunfos; a generosidade para com os vencidos; a serenidade na adversidade; a paciência com o público, nem sempre moderado; a justiça, s e o desporto egoísta está ligado a interesses financeiros resultantes de pactos livremente aceitos e, em geral, a castidade e a temperança, já recomendadas pelos próprios antigos.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

Hoje, em cada ramo do desporto, existe uma técnica que não só facilita a obtenção de bons resultados, mas chega onde a pura ficção, animada até da melhor boa vontade, jamais poderá chegar.

A educação desportiva propõe-se, além disso, formar virtudes próprias desta atividade.

Entre outras, a lealdade, que proíbe recorrer a subterfúgios; a docilidade e a obediência às ordens experimentadas de quem dirige o treino de equipe; o espírito de renúncia, quando é necessário ficar na sombra para honra das próprias “cores”; a fidelidade aos compromissos; a modéstia nos triunfos; a generosidade para com os vencidos; a serenidade na adversidade; a paciência com o público, nem sempre moderado; a justiça, s e o desporto egoísta está ligado a interesses financeiros resultantes de pactos livremente aceitos e, em geral, a castidade e a temperança, já recomendadas pelos próprios antigos.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

A educação desportiva propõe-se, além disso, formar virtudes próprias desta atividade.

Entre outras, a lealdade, que proíbe recorrer a subterfúgios; a docilidade e a obediência às ordens experimentadas de quem dirige o treino de equipe; o espírito de renúncia, quando é necessário ficar na sombra para honra das próprias “cores”; a fidelidade aos compromissos; a modéstia nos triunfos; a generosidade para com os vencidos; a serenidade na adversidade; a paciência com o público, nem sempre moderado; a justiça, s e o desporto egoísta está ligado a interesses financeiros resultantes de pactos livremente aceitos e, em geral, a castidade e a temperança, já recomendadas pelos próprios antigos.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

Entre outras, a lealdade, que proíbe recorrer a subterfúgios; a docilidade e a obediência às ordens experimentadas de quem dirige o treino de equipe; o espírito de renúncia, quando é necessário ficar na sombra para honra das próprias “cores”; a fidelidade aos compromissos; a modéstia nos triunfos; a generosidade para com os vencidos; a serenidade na adversidade; a paciência com o público, nem sempre moderado; a justiça, s e o desporto egoísta está ligado a interesses financeiros resultantes de pactos livremente aceitos e, em geral, a castidade e a temperança, já recomendadas pelos próprios antigos.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

Contudo, o emprego da técnica, embora seja um elemento necessário, especialmente nos campeonatos, não é nem o único nem o melhor. A técnica, no desporto como nas artes, não deve servir de estorvo ao desenvolvimento das potências espirituais, tais como a intuição, a vontade, a sensibilidade, o valor, a tenacidade, que são, em última instância, o verdadeiro segredo de todo o êxito.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

Não basta o sujeito fisiologicamente perfeito nem a observância escrupulosa de todas as normas técnicas acumuladas pela experiência dos mestres, para obter uma vitória digna de admiração e capaz de suscitar entusiasmo. O frio tecnicismo não só impede a consecução dos bens espirituais que o desporto se propõe, mas também, ainda quando leve à vitória, não satisfaz nem a quem o pratica nem a quem o assiste para se distrair.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

Assim, se verifica nos estádios, lamentando-se que as equipes em campo não joguem com o coração, porque em geral, quando se trata de uma atividade humana, o ponto de partida e o ponto de chegada devem ser sempre o elemento psíquico. Por outras palavras, o espírito deve predominar sobre a técnica.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

AS VIRTUDES SOBRENATURAIS

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

Alcançadas umas e outras das virtudes mencionadas, não se teria conseguido ainda o ideal do desporto cristão. Há que fugir de outros escolhos em que facilmente se costuma cair, como cultivar apenas as virtudes naturais e se esquecer das virtudes infusas.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

A doutrina da Igreja aconselha a evitar ambos os escolhos. Requerem-se as virtudes naturais, é certo; mas não são suficientes. São necessárias também as infusas,

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.

Por fim, é verdade, ao menos teologicamente correto, que o homem não pode manter, durante largo tempo, a retidão das suas ações sem a ajuda da graça de Deus. É tal a tensão espiritual que este exercício exige e tais as tentações que todos os dias se lhe opõe que, dada a debilidade em que se encontra a natureza humana em conseqüência do pecado original, acabará por render-se. É necessário, então, um auxílio especial de Deus.