Reflexão Mercadológica

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Temos observado como o futebol tem mexido com paixões, não só aqui no Brasil, mas também no exterior?
Temos percebido como esse esporte, integrante da indústria do entretenimento, muitas vezes apresenta aspectos de guerrilha ao invés de lazer?
Provavelmente, essa atual consideração do futebol tem como resposta o fator empresarial, a necessidade de transformação das equipes de futebol em empresas de futebol, esbarrando, evidentemente, em questões alicerçadas na estrutura atual, como:
1- Vale a pena me tornar empresa?
2 - Tenho condições para tal?
3 - Sou obrigado a tal?
4 - Me transformando em empresa, necessariamente terei que perder a "história" da minha equipe? Tornarei a paixão um negócio frio e calculista?
5 - Tenho consciência do potencial de mercado, onde cada torcedor é um consumidor?
6- Posso me tornar empresa sem perder o controle administrativo?
7- Ao invés de "vender" o clube de futebol a um grupo estrangeiro, como muitos, não é melhor capitalizá-lo?
Questões como essas estão no dia-a-dia dos dirigentes. Devo ou preciso me tornar empresa? Talvez a indagação correta seja: devo ou não me profissionalizar? Para tanto, tenho que ter: competência, dinheiro e disposição!