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Material composto por:
1
. Resenha de: BRAUDEL, Fernand.
“
História e Ciências Sociais – A Longa Duração. Escritos sobre a História”
. São Paulo, Perspectiva, 1978, pg 41-78.
(texto abaixo em verde)
RESENHA:
Hoje é necessário que exista uma reunião completa das ciências sociais, que não se negligenciem as mais antigas em benefício das mais novas. História corrobora com todas as outras disciplinas, e vai da discussão do momento instantâneo ao de longa duração; ou, ainda, no período de ciclos/épocas dos eventos. Quanto a estrutura, os cientistas sociais definem que se refere à organização, um coerência, realidades sociais se relacionando com massa. Em História, estrutura é arquitetura, articulação, realidade que o tempo usa mal e veicula longamente. O homem, costumeiramente, é prisioneiro destas realidades estudadas, como, por exemplo, o fenômeno da coerção geográfica. Nenhum estudo social escapa da história. MODELOS – são hipóteses, sistemas de explicação solidifcados em função de algo. TEMPO – para os historiadores, o tempo “cola em pensamento como à pá do jardineiro”. Ainda, no tempo tudo começa, tudo termina, um tempo matemático e demiúrgico. Para os sociólogos, que não aceitam esta definição simplista, o tempo social é simplesmente uma dimensão particular de determinada realidade social contemplada.
Quanto a estrutura, os cientistas sociais definem que se refere à organização, um coerência, realidades sociais se relacionando com massa. Em História, estrutura é arquitetura, articulação, realidade que o tempo usa mal e veicula longamente. O homem, costumeiramente, é prisioneiro destas realidades estudadas, como, por exemplo, o fenômeno da coerção geográfica. Nenhum estudo social escapa da história. MODELOS – são hipóteses, sistemas de explicação solidifcados em função de algo. TEMPO – para os historiadores, o tempo “cola em pensamento como à pá do jardineiro”. Ainda, no tempo tudo começa, tudo termina, um tempo matemático e demiúrgico. Para os sociólogos, que não aceitam esta definição simplista, o tempo social é simplesmente uma dimensão particular de determinada realidade social contemplada.
O homem, costumeiramente, é prisioneiro destas realidades estudadas, como, por exemplo, o fenômeno da coerção geográfica. Nenhum estudo social escapa da história. MODELOS – são hipóteses, sistemas de explicação solidifcados em função de algo. TEMPO – para os historiadores, o tempo “cola em pensamento como à pá do jardineiro”. Ainda, no tempo tudo começa, tudo termina, um tempo matemático e demiúrgico. Para os sociólogos, que não aceitam esta definição simplista, o tempo social é simplesmente uma dimensão particular de determinada realidade social contemplada.
Nenhum estudo social escapa da história. MODELOS – são hipóteses, sistemas de explicação solidifcados em função de algo. TEMPO – para os historiadores, o tempo “cola em pensamento como à pá do jardineiro”. Ainda, no tempo tudo começa, tudo termina, um tempo matemático e demiúrgico. Para os sociólogos, que não aceitam esta definição simplista, o tempo social é simplesmente uma dimensão particular de determinada realidade social contemplada.
MODELOS – são hipóteses, sistemas de explicação solidifcados em função de algo. TEMPO – para os historiadores, o tempo “cola em pensamento como à pá do jardineiro”. Ainda, no tempo tudo começa, tudo termina, um tempo matemático e demiúrgico. Para os sociólogos, que não aceitam esta definição simplista, o tempo social é simplesmente uma dimensão particular de determinada realidade social contemplada.
TEMPO – para os historiadores, o tempo “cola em pensamento como à pá do jardineiro”. Ainda, no tempo tudo começa, tudo termina, um tempo matemático e demiúrgico. Para os sociólogos, que não aceitam esta definição simplista, o tempo social é simplesmente uma dimensão particular de determinada realidade social contemplada.